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Segunda-feira, Dezembro 25, 2006
Merry Christmas (I don't wanna fight tonight)
Ramones
Feliz Natal!
Eu não sou católica nem nada, eu nem sei se acredito mesmo em Deus ou no que eu acredito (eu digo não sei porque faz um tempo eu percebi que a minha fé não era aquela coisa, mas eu ainda não parei pra pensar realmente no que eu acredito ou não. Acho que essas coisas de religião e Deus são um mistério).
Mas eu sempre gostei de Natal, sempre o meu feriado favorito. Não é porque ganhamos presentes, como um engraçadinho qualquer pode ter pensado, mas é devido ao tal "espírito de Natal" que todos falam. Acho que todo mundo já leu aquele conto do velinho ganansioso que é visitado pelos espíritos no Natal, que nunca leu deve conhecer a versão da Disney com o Tio Patinhas.
Enfim, o negócio é que no Natal as pessoas todas se lembram de Cristo e em como ele ensinou que nós devemos amar o próximo como se fossem nossos irmãos. Eu não sou religiosa, mas está aí uma idéia que eu realmente gosto: a da solidariedade. Quando nós fazemos as coisas pensando no próximo, não em nós mesmos. Mesmo as coisas mais bestas, como doar os brinquedos que você não usa mais, ou as roupas que você não gostas mais. São coisas inúteis para você, mas importantes para muita gente.
O problema mesmo é esse tal espírito só surgir no Natal; como o mundo seria melhor se fosse assim todos os dias, com todas as pessoas.
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Ok, post ingênuo.
Eu não vou ser hipócrita e dizer que não ligo para os presentes. Eu adoro os presentes. Aliás, eu sou uma pessoa muito fácil de presentear: me dê livros ou cd's que eu fico feliz e contente. Nesse quesito meu pai é muito bom, os melhores presentes que eu já ganhei foi dele que eu ganhei, e são sempre livros. Ontem não foi diferente: ele meu deu O Apanhador No Campo de Centeio, o meu livro favorito (eu já li milhões de vezes, mas não tinha nenhuma edição; agora já estou lendo de novo); e me deu também uma biografia do Renato Russo, O Trovador Solitário. Eu adoro biografias, seja de quem for.
Enfim, adoro Natal!
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Já ficam aqui os meus votos de feliz 2007.
Se for 10% do que foi 2006, pra mim já vai estar maravilhoso... ;)
Fala Doente!:
Quarta-feira, Dezembro 13, 2006
"Amigos são aquelas pessoas capazes de rir das mesmas coisas que a gente"
Virgínia Woolf
Nós estamos sempre conhecendo pessoas dieferentes. Por algum motivo, que nem a ciência, a psicologia, a lietaratura nem eu conseguem explicar direito, nós escolhemos algumas dessas pessoas para passarem a maior parte do tempo com a gente, e a elas chamamos amigos.
É difícil dizer porque justamente aquelas pessoas. Talvez a gente escolha aqueles parecidos conosco. Mas quem nunca teve um amigo beeem diferente de você, mas que você gostava mesmo assim?
As amizades que eu gosto mais são aquelas que crescem de forma espontânea: aquela pessoa que você conheceu um dia e por acaso vocês se reencontraram e conversaram, e a conversa fluía, e depois da outra vez que vocês se viram foi assim, e quando você menos percebeu você já estava sentindo falta.
Para mim amizade tem que ser assim: sem cobranças. Quando somos cobrados com coisas do tipo: "por que você não me ligou?", "por que você nunca sai comigo?", podemos até ser pacientes e tolerantes nas primeiras vezes (como os amigos devem ser), mas com o tempo cansa. E aí dá vontade de responder que "não liguei porque não tive vontade e não enche o saco"...
Mas o mais legal mesmo, pelo menos para mim, é quando um amigo diz "eu gosto muito de você". Porque o tempo passa, e você conhece tal pessoa faz tempo, e você sabe que você gosta dela, mas não tem idéia do que ela acha de você. Tentar fazer amizades é um risco: a gente se expõe, se mostra, mostra os defeitos e qualidades e resta esperar um retorno. Não dá para adivinhar o que os outros pensam de você. Então quando vem um "você é especial" ou "gosto da tua companhia" é muito gratificante. Faz bem para o ego.
Hoje eu recebi algo assim, o que me deixou muito feliz. Com o fim do Cursinho, nós não sabemos como vai ser para manter contato com a galera; fica um clima de despedida triste. A única coisa boa é que é nessa hora - quando estamos dizendo tchau com um sentimento de que é pela última vez - todo mundo diz um para o outro como foi bom esse ano, como foi boa a companhia, o aprendizado, a amizade conquistada e coisas assim.
Que pena que às vezes nós só percebemos o quanto uma pessoa é importante quando achamos que nunca mais iremos vê-la, ou quando sentimos saudade.
É preciso dizer sempre aos nossos amigos o quanto eles são importantes, cultivar as amizades, porque sem amigos a vida perde grande parte da graça...
Eu pelos menos tento fazer isso todos os dias.
upgrade
Coisa lega que eu roubei do blog da Sista: escolha uma banda e responda só com o nome de músicas dessa banda:
Banda: Cachorro Grande
01. Você é homem ou mulher?
Velha amiga
02. Descreva-se
Bom Brasileiro
03. O que as pessoas acham de você?
Lunático, que se dane...
04. Como descreveria seu último relacionamento amoroso?
Insatisfeito
05. Descreva sua atual relação com seu namorado ou pretendente
Situação dramática!
06. Onde queria estar agora?
Debaixo do Chapéu
07. O que pensa a respeito do amor?
Você pode até pegar
08. Como é sua vida?
Dia perfeito (nem tanto, massss...)
09. O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?
O dia de amanhã
10. Escreva uma frase sábia
Quantas vezes tenho que te falar? "O seu dia ainda vai chegar"
11. Agora se despeça
as próximas horas serão muito boas!
Fala Doente!:
Domingo, Dezembro 10, 2006
Odeio domingos.
São angustiantes.
Não há muito o que se fazer aos domingos. Nada bom passa na tv. Nada bom toca nas rádios. Nada bom nos jornais ou revistas.
Aos domingos a cidade parece que fica morna. Nós não vemos os amigos porque estão todos em casa. E em casa não há nada para se fazer!
Eu fico angustiada... Parece que a vida está passando e mais um dia sendo desperdiçado. Eu fico pensando demais... Pensando em coisas que não devia. Pensando em como vai ser essa semana que vai começar amanhã. Não devíamos pensar nas coisas que virão, afinal, a gente sempre acaba pensando que coisas ruins vão acontecer e se perocupa com antecedência por coisas que talvez nem acontecerão.
Domingos deviam ser dias para descansarmos, não pra nos angustiarmos.
Eu quria que o telefone tocasse agora. Com uma boa notícia do outro lado da linha. Com uma idéia brilhante, um convite inegável, uma companhia.
Só uma companhia.
Fala Doente!:
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